segunda-feira, 13 de junho de 2011

atividades claudete

Atividade criativa de 5ª a 9ª série – LÍNGUA PORTUGUESA

Uma atividade muito interessante é a "Continue esta história". Como funciona? Simples, você nem precisa levar nenhum material para a sala de aula, bastam folhas de caderno mesmo e lápis ou caneta, material básico de qualquer aluno.

Esta atividade tem como objetivo exercitar a criatividade dos alunos; promover a interação entre a classe e entre classe e professor; trabalhar a Língua Portuguesa; além de você pode colocar a temática da aula.

É assim: você coloca a frase inicial da história no quadro, vou usar como exemplo a Língua Portuguesa mesmo, mas você pode começar dependendo da temática da aula e da sua disciplina, "O novo acordo ortográfico muda alguns regras".

A partir disso, os alunos devem fazer frases curtas que continuem a história e trocar os papéis - sem repetir o mesmo papel, podem ser umas 4 histórias por turma - até finalizar. Neste caso, você coloca como regra que eles têm de explicar o novo acordo, colocar algumas novas normas e falar como isso vai influenciar para eles. No final da aula, você recolhe os papéis, pede para alguns alunod lerem para os colegas e reafirma o conteúdo de maneira que eles não esquecerão mais!

O Açúcar

Baseado nas sugestões de Rangel (2002), apresenta-se a seguir uma proposta de leitura e debate, para turmas de 5ª, 6ª, 7ª e 8ª séries, que consiste basicamente na escolha de um poema intitulado O Açúcar, porém compreensível à realidade do indivíduo nesta etapa do conhecimento em estudo:

O branco açúcar que adoçará meu café

nesta manhã de Ipanema

não foi produzido por mim

nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.

[...] Este açúcar veio

da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,

dono da mercearia.

Este açúcar veio

de uma usina de açúcar em Pernambuco

ou no Estado do Rio

e tampouco o fez o dono da usina.

Este açúcar era cana

e veio dos canaviais extensos

que não nascem por acaso

no regaço do vale.

Em lugares distantes, onde não há hospital

nem escola,

homens que não sabem ler e morrem de fome

aos 27 anos

plantaram e colheram a cana

que viraria açúcar.

Em usinas escuras,

homens de vida amarga

e dura

produziram este açúcar

branco e puro

com que adoço meu café esta manhã em Ipanema. (GULLAR, 1997).

Partindo do texto exposto anteriormente ou de um outro texto similar, o professor pode sugerir atividades tais como:

  • Solicitar a um aluno que destaque, no texto, uma passagem que julgou importante e fale a turma;
  • Solicitar a um segundo aluno que explique por que, na sua opinião, o acontecimento destacado pelo colega é importante;
  • O professor solicita ao primeiro aluno que diga se a explicação do colega correspondeu, ou não, à importância que ele atribuiu à informação, e por quê?
  • Levar os alunos a refletirem sobre os seguintes temas: Desigualdade e Injustiça Social, Exclusão, Autoritarismos, Poder Político, dentre outros.

Observação: A dinâmica poderá ter continuidade, com o destaque de uma nova informação. Professores e alunos poderão comentar experiências, observando contribuições à aprendizagem e manifestando percepções pessoais.

· Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática, ortografia e produção de texto.

De Futebol

Baseado nas sugestões de Rangel (2002), apresenta-se a seguir uma proposta de leitura e debate, para turmas de 5ª, 6ª séries, que consiste basicamente na escolha de um texto, de título De Futebol, assunto familiar ao universo do indivíduo:

“Um gramado retangular. No meio dos lados menores do retângulo uma armação retangular de madeira, um quadro que é boca de uma rede onde deve ser arremetida uma pelota de couro que dez homens de um lado contra dez do outro impelem através do campo, sem pôr a mão na pelota, o que só têm licença de fazer os guardiões dos quadros”. Não parece que esse jogo, inventado pelos ingleses, tenha outra importância na ordem das coisas senão a de ocupar sadiamente ao ar livre o lazer de vinte e dois homens. Pois bem, sobre tão frágil estrutura criou-se com o tempo um mundo de interesses materiais, emotivos, sociais, nacionais e continentais; talvez futuramente, com a conquista dos espaços siderais, interplanetários!

O que foi a princípio simples entretenimento de horas de folga, tornou-se uma profissão; assistência desses jogos, que requeria apenas uma pequena arquibancada, como são hoje as de natação ou basquete, exige hoje estádios monumentais; a publicidade em torno dessa atividade supera qualquer outra. Um campeonato mundial de tal esporte, que não é mais esporte (sport é divertimento, não meio de vida), apaixona de tal modo a opinião que envolve os brios nacionais, e uma briga no jogo entre adversários sem educação pode acarretar movimentos de antipatia entre países a que eles pertencem. Não é insensato? “[...]” (BANDEIRA, 1981).

Partindo do texto exposto anteriormente ou de um outro texto similar, o professor pode sugerir atividades tais como:

· Solicitar aos alunos que façam a leitura em voz alta.

· Debater o texto com questões do tipo: Ter liberdade é fazer tudo o que se quer? O que seria dos pedestres se quisessem atravessar uma avenida do centro da cidade, se não houvesse semáforos? Qual a importância das regras na sociedade? dentre outras.

· Solicitar a um aluno que complete, livremente, com suas idéias, a frase: - O que o texto me diz:...; Depois pedir a um segundo aluno que complete, livremente, com suas idéias, a frase: - O que eu digo ao texto:...; e a um terceiro aluno que, dirigindo-se aos colegas anteriores, complete, livremente, com suas idéias, a frase: - O que eu digo aos meus colegas:...

Observação: A Dinâmica poderá ter continuidade com novos alunos completando as frases. Depois professor e alunos podem comentar experiências, observando contribuições à aprendizagem e manifestando percepções pessoais.

· Quando couber, o professor pode aproveitar, também, para atividades de gramática, ortografia e produção de texto.

Só para descontrair...

Tá tranquilo????

Frase do dia

"Hoje, você só não pode ser falso com você mesmo".

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Tecnologia na Educação

As crianças de hoje já estão nascendo com o teclado em suas mãos, não precisam ser ensinadas, simplesmente nascem sabendo, com pouca idade já conseguem se virar sozinha em frente estas novas tecnologias. Nos como professores devemos estar atentos a estas novas crianças que chegam para nós com uma nova visão e devemos nós nos adaptar a elas.
Devemos aproveitar esta visão que eles tem, e fazer das nossas aulas um mundo de tecnologia, onde possamos usar estas novas ferramentas a nosso favor, e utilizar o conhecimento deste aluno de uma forma eficaz para seu conhecimento.
Jogos educativos que aceleram seu entendimento, desenvolve seu raciocínio lógico devem ser usados, e hoje na rede existem vários jogos que podem ser usados em sala de aula.
Por isso não podemos ficar para trás, devemos sempre estarmos atualizados com ferramentas para auxiliar no preparo de aulas mais didáticas.